06 Novembro 2006

Estranhas sensações ao assistir ao Código Da Vinci!!!
( o filme, lógico! se fosse o livro eu teria lido)
Tudo começa quando o amigo imaginário do matemático doido de "uma mente brilhante" mata um velhinho no museu do louvre.
Depois, o francês de GODZILLA aborda o Forrest Gump (disfarçado de JAMES BELUSHI) que dava autógrafos.
Em seguida o Forrest Gump fica amigo da Amelie Poulain.
Eles pedem socorro ao mago Gandalf que depois vira vilão.
E, pior, descobri que o Dr Octopus era bispo... E do OPUS DEI...
Tudo muito estranho...

Apesar de eu achar que a história é Harry Potter para adultos, o que me marcou após ver um elenco tão conhecido, foi a ingrata sensação de já ter visto este filme
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Enquanto isso no maraca:
Fogão arrasador afunda o tricolor

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A pergunta que não quer calar:
Arnaldo Cesar Coelho, se a regra é clara, para que serve o comentarista?

03 Novembro 2006

Feriado não enforcado

Mundo, mundo, vasto mundo
se eu me chamasse Raimundo,
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.
(Carlos Drummond de Andrade em Poema das Sete Faces)

Mundo, mundo, vasto mundo
Se eu me chamasse tamborindeguy
Não seria uma rima, mas certamente uma solução.
(Luis Fernando Veríssimo - as mentiras que os homens contam)


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Comentários:
"É muito chato ter inveja do Zeca Camargo" (AG)

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Garfaram meu Botafogo ontem
A libertadores ficou distante...

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Estou preparando a seleção de hits para as novas críticas de musicais

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A Maria pode até irritar...
Mas tá sempre ganhando seus Grammy.

01 Novembro 2006

CHIP SHOP CAR

Foi numa aula de jogos de criatividade, na última segunda feira que o Ronaldo, rapaz tímido e quieto disparou: - Muitas pessoas em supermercados pedem uma certa quatidade de frios, ou de carnes, e, chegando ao caixa, percebem que não tem dinheiro para levar aquilo, e deixam do lado do caixa. Deveria haver uma forma da pessoa saber o quanto tem no carrinho antes de chegar ao caixa...

Analisamos o problema e criamos o conceito do chip shop car (eu sugeri cheap shop car, mas fui vencido)

Eis o modelo operacional:

1 - O cliente (eu, você ou qualquer outro) chega ao supermercado e compra créditos para o seu carrinho (é! para o carrinho mesmo), por exemplo R$ 200,00

2 - Ele entra no mercado e coloca os produtos dentro do carrinho.

3 - Cada produto que é colocado no carrinho é identificado por um sensor (chip) e é automáticamente deduzido dos créditos do carrinho. Cada produto retirado retorna com seu valor ao crédito.

4 - Se o cliente coloca no carrinho produtos acima dos créditos contratados, o carrinho trava as rodas e emite um sinal sonoro.

5 - Nesse caso o cliente dirige-se até o atendimento que pode inserir novos créditos (no carrinho, não no cliente), ou então ele pode excluir produtos (o cliente, não o atendimento).

6 - Depois de fazer suas compras, o cliente pode dirigir-se ao caixa para receber o troco (sim, pois a franquia de créditos comprada serve apenas para limitar. Se você comprou R$ 200,00 em créditos e gastou R$ 198,00, receberá na saída os R$ 2,00 não utilizados. )

Vantagens:
1 - Para o mercado - Evita filas e perdas com produtos que o cliente só decide não levar na hora de passar no caixa

2 - Para o Cliente - Não enfrenta filas e nem extrapola o valor orçado para suas compras

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Adorei...
mas acho que as mulheres não vão gostar nada nada...
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E Dom Cláudio, quem diria...
Vai ser prefeito em roma

30 Outubro 2006

4 desalentos e 1 funeral

Fui hoje a um enterro!
O pai de uma colega faleceu...
A família parecia bem. O falecido também...
Estampava a calma dos que se foram...
Isto me lembrou um poema de Augusto dos Anjos (é! ele de novo sim!)
Esta poesia traz o sentimento lúgubre que acompanha o Augusto, mas, é antes de tudo um poema de amor!
Os coveiros que vi hoje não pareciam apaixonados por ninguém que estivesse enterrado...
Na verdade não pareciam apaixonados por ninguém...
Ouso dizer que não se fizeram coveiros por algum outro motivo que não fosse a falta de opção.
Os 4 desalentos eu prefiro não comentar. Foram 4 más notícias em menos de uma hora...
No fim das contas o funeral até caiu bem

Com vocês: AUGUSTO DOS ANJOS


O Coveiro

Uma tarde de abril suave e pura
Visitava eu somente ao derradeiro
Lar; tinha ido ver a sepultura
De um ente caro, amigo verdadeiro.

Lá encontrei um pálido coveiro
Com a cabeça para o chão pendida;
Eu senti a minh'alma entristecida
E interroguei-o: "Eterno companheiro

Da morte, que matou-te o coração?"
Ele apontou para uma cruz no chão,
Ali jazia o seu amor primeiro!

Depois, tomando a enxada gravemente,
Balbuciou, sorrindo tristemente:
- "Ai! Foi por isso que me fiz coveiro!"

Augusto dos Anjos

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Capa da Folha:

Só eu que achei mal escrito?

24 Outubro 2006

Pancadas na parede, espelhos e colheres

O pequeno não é mole!
Já aprendeu a ficar de pé... E já anda se dermos as mãos para ele...
Mas, percebemos nele algumas fixações:
  1. Bater na parede - Culpa minha, mas agora ele tem que parar, pois já está batendo em nós!
  2. Se olhar no espelho - Eu queria saber o que ele pensa... Pequeno narcista
  3. Colheres - Quando ele vê uma colher, na mão de quem quer que seja, ele grita desesperadamente... Parece dizer "ei, eu também quero". Esse é meu filho...